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Pestana Rio Atlântica, uma experiência única no Rio de Janeiro

Acomodação é um quesito muito importante para qualquer viajante, se ele (a) tiver alguma deficiência ou mobilidade reduzida passa a ser ainda mais fundamental. Afinal, ninguém quer perder a autonomia que possui, principalmente durante uma viagem.

E eu não poderia começar as minhas recomendações com uma escolha melhor que o Pestana Rio Atlântica. A Rede Pestana dispensa apresentações, não é mesmo? Continue lendo → Pestana Rio Atlântica, uma experiência única no Rio de Janeiro

O que eu aprendi com uma filha com deficiência?

(Este texto foi uma colaboração da mãe de Amanda, Cristina)

No começo enfrentamos muitos medos e inseguranças, mas, partindo do pressuposto que cada indivíduo tem suas características e que é impossível encontrar pessoas totalmente iguais, comecei a me ver como mãe de três filhos diferentes, assim como todas as criaturas o são (cada um de nós tem uma digital que é única). Dessa maneira encarei a incrível tarefa que me foi confiada pelo Universo, acreditando que nada acontece por acaso. Não podemos deixar de considerar que a família tem influência determinante no comportamento humano e na formação da personalidade. E o que é ter um “filho com deficiência”? Continue lendo → O que eu aprendi com uma filha com deficiência?

Acessibilidade no City Tour Recife / Olinda

O Nordeste apresenta diversas opções para quem deseja aproveitar o verão. Em janeiro, um mês típico de férias, há um acréscimo considerável na busca por explorar as belezas deste Brasil tão paradisíaco. O bacana é que é possível criar um roteiro que inclua diversas opções sem perder o melhor que cada local tem a oferecer. E foi isso que fizemos quando planejamos incluir o city tour Recife / Olinda em nossa viagem por Pernambuco.

Muito embora Recife tenha perdido o seu status de destino de praia desde que Porto de Galinhas foi elevada à capital do turismo de massa em Pernambuco, vale a pena explorar por, pelo menos um dia, a cultura, o patrimônio e as comidas de Recife – Olinda. Continue lendo → Acessibilidade no City Tour Recife / Olinda

Vincular-se à rotina sem estar condenado a ela

Difícil acreditar que já estamos na semana do Natal (há quem não goste, só deixem em paz o pisca-pisca). E esse clima de final de ano é bem propício para fazermos aquela reflexão sobre os nossos resultados, para colocarmos na balança os pontos positivos e negativos do estilo de vida que estamos adotando, para revisarmos a lista de metas que estabelecemos para alcançarmos ao longo do ano. E, durante esse processo de autoanálise, não é difícil percebermos o quanto temos vivido com pressa. Muitos de nós corremos para chegarmos no horário no trabalho, damos um beijo de “bom dia” com pressa, temos pressa no trânsito, tomamos o café da manhã (para alguns isso é luxo) correndo, vivemos no esquema de trabalho das 9h às 18h e, muitas vezes, conseguimos entrar às 9h, mas raramente sair às 18h, o que parece fazer com que nosso dia simplesmente evapore. Continue lendo → Vincular-se à rotina sem estar condenado a ela

Quatro rodas, duas mãos e uma cozinha acessível

Por conhecimento de causa eu posso afirmar que há uma grande chance de que crianças criadas na casa da avó sejam cercadas de mimos e com todas as vontades feitas. Se for uma criança com deficiência e/ou mobilidade reduzida, o desejo de proteção pode ser potencializado, de forma que o seu entorno esteja repleto de facilidades para “compensar” as possíveis barreiras e desafios que ela encontrará.
À medida que elas se desenvolvem, a criação de um ambiente de atenção e amor para crianças com necessidades especiais é fundamental para o fortalecimento da sua confiança. O grande desafio é equilibrar o ambiente de proteção com um espaço propício ao autodesenvolvimento e à atribuição de responsabilidades de acordo com suas restrições. Continue lendo → Quatro rodas, duas mãos e uma cozinha acessível

Autoconhecimento: uma viagem sem destino final

“Aquele que não enxerga, não sabe o que não vê; se ele soubesse o que não vê, de alguma forma já estaria vendo. Já aquele que vê, pensa que tudo que vê é o que é, mas se ele soubesse que nem tudo que ele vê é o que é, de alguma forma já estaria vendo” é um dos trechos mais reflexivos do monólogo “A alma imoral”, obra de Nilton Bonder.

E sobre nós? O que mais conseguimos ver além do que nos mostra o reflexo do espelho? Quem eu seria se apenas soubesse que sou a aparência que causa surpresa em olhares que me veem pela primeira vez? Continue lendo → Autoconhecimento: uma viagem sem destino final